Moradores do Jardim Noroeste, em Campo Grande, MS, estão enfrentando sérios problemas devido a alagamentos recorrentes na ruas do bairro

Redação 01/04/2025


Situação caótica se repete há anos na Rua Urupês com alagamentos e atolamentos de veículos, inclusive de ônibus de transporte de passageiros.

A situação descrita na Rua Urupês, no Jardim Noroeste, reflete uma realidade de negligência e falta de infraestrutura que afeta diretamente a qualidade de vida dos moradores. A interrupção das obras de asfalto e o recorrente alagamento da área evidenciam a fragilidade do planejamento urbano e a necessidade urgente de soluções que atendam às necessidades da comunidade.

Além dos problemas com o fornecimento de água, que tem gerado grande sofrimento devido ao estouro do cano, a ausência de um sistema de drenagem eficiente deixa as casas vulneráveis às intempéries. O “piscinão” projetado para conter o volume de água da chuva parece não cumprir sua função adequadamente, e a situação se agrava com cada tempestade.

A mobilização dos moradores para o protesto demonstra a desesperança com a falta de respostas e a urgência de ações concretas para resolver os problemas estruturais. O testemunho de Hellen de Oliveira reflete o impacto direto dessa crise na vida cotidiana da comunidade, que se vê cada vez mais isolada e sem apoio.

A resposta das autoridades será crucial para restabelecer a confiança da população e garantir um ambiente mais seguro e digno para os moradores do bairro.

A situação de Hellen se agrava ainda mais com os impactos da tempestade. Além de lidar com a falta de água, ela enfrenta a destruição de um espaço comunitário fundamental para o bairro. A lona que usava para abrigar crianças e idosos em atividades sociais e esportivas, que servia como um ponto de apoio e convivência para a comunidade, foi completamente destruída pela chuva. Esse espaço era um dos poucos recursos disponíveis para promover integração social e oferecer atividades que ajudam a melhorar a qualidade de vida na região.

A perda desse espaço de convivência, somada aos alagamentos e à falta de serviços essenciais, evidencia o abandono que a comunidade tem enfrentado. Para Hellen e suas filhas, a situação se torna ainda mais difícil, pois além da preocupação com a segurança e bem-estar da família, ela também se vê responsável por cuidar de crianças e idosos, que dependem de espaços como esse para atividades físicas e de socialização.

O relato de Hellen reforça a urgência de medidas mais efetivas para garantir não apenas a infraestrutura básica, mas também a preservação e valorização dos espaços comunitários que desempenham um papel crucial na promoção da cidadania e bem-estar social.

Água invade residências

Esse relato revela a difícil situação enfrentada pelos moradores da comunidade Esperança devido à falta de infraestrutura e aos problemas gerados pelas fortes chuvas. O impacto das inundações é evidente, com muitas casas sendo invadidas pela água, causando perdas materiais e afetando a saúde e segurança da população, especialmente das crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais.

A insatisfação com a lentidão das obras, mencionada pela presidente da associação de moradores, Valmira Rigotti, também destaca a frustração com a promessa de melhorias que não estão sendo cumpridas. A tubulação inadequada e a falta de uma resposta eficaz da empresa responsável pelas obras geram ainda mais apreensão entre os moradores, que vivem em constante risco e insegurança.

É uma situação que exige ação urgente, tanto das autoridades locais quanto da empresa responsável, para resolver os problemas de drenagem e garantir melhores condições de vida para a comunidade.

 

 

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