Uma grave crise no sistema de saúde pública de Campo Grande
Redação 01/03/2025
Com dificuldades no fornecimento de medicamentos, superlotação e demoras no atendimento.
Um grave problema enfrentado pela saúde pública de Campo Grande, com a falta de medicamentos, superlotação e demora no atendimento. Esses fatores geram um ambiente de insatisfação e até conflitos, como ocorreu na UPA Leblon, onde a falta de remédios resultou em uma intervenção da Guarda Civil Metropolitana para controlar a situação. A escassez de medicamentos e a dificuldade em atender a demanda crescente de pacientes refletem a pressão sobre o sistema de saúde, especialmente nas unidades de pronto atendimento, que acabam se tornando o principal ponto de socorro para muitas pessoas. O aumento da superlotação e a demora nos atendimentos agravam ainda mais a crise na saúde pública, colocando em risco a qualidade do serviço prestado e a saúde da população.
O aumento significativo na demanda por serviços de saúde, especialmente em decorrência do crescimento dos casos de doenças respiratórias, tem gerado uma sobrecarga nas unidades de atendimento e hospitais de Campo Grande. A Secretaria de Saúde (Sesau) reconheceu que essa situação tem impactado diretamente nos tempos de espera, tornando o atendimento mais demorado e contribuindo para a superlotação. Esse cenário, aliado à falta de medicamentos e à alta procura por atendimentos, acentua a crise no sistema de saúde pública da cidade, prejudicando a qualidade dos serviços e gerando um grande desconforto para a população