A (Sesau) de Campo Grande divulgou nesta quarta-feira (2) a escala médica de plantão para (UPAs) e Centros Regionais de Saúde (CRSs) da cidade
Redação 02/04/2025
Escala divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) está reforçando a disponibilidade de atendimento médico nas UPAs e CRSs da cidade. Com mais de 60 profissionais envolvidos, a medida visa garantir a assistência de saúde à população. Os pediatras estarão presentes nas unidades da UPA Coronel Antonino, UPA Universitário e CRS Tiradentes durante o período da manhã e tarde, atendendo conforme a demanda espontânea, ou seja, por ordem de chegada, com prioridade para os casos mais urgentes.
Se você precisar de atendimento, pode se dirigir a uma dessas unidades, lembrando que o atendimento é organizado de acordo com a gravidade dos casos.

Urgência e Emergência
A classificação de risco, é um sistema utilizado nas unidades de atendimento de urgência e emergência para organizar o fluxo de atendimento, priorizando os casos mais graves e garantindo que todos os pacientes recebam o cuidado necessário de forma eficiente.
A classificação funciona da seguinte maneira:
• Azul: Pacientes com condições não emergenciais. Eles são atendidos por ordem de chegada, pois não apresentam risco imediato à saúde, e o atendimento pode ser realizado em um momento mais tranquilo.
• Verde: Pacientes com condições de urgência, mas que não estão em risco imediato de vida. Geralmente, idosos, gestantes e pessoas com sintomas mais preocupantes entram nessa categoria. Embora precisem de atenção, não têm uma necessidade imediata de intervenção.
• Amarela: Pacientes com sintomas graves que necessitam de atendimento rápido, mas sem risco imediato de morte. São casos em que a situação é séria, mas a condição do paciente não coloca sua vida em risco imediato.
• Vermelha: Pacientes graves, com risco iminente de vida. Esses pacientes têm prioridade absoluta e devem ser atendidos imediatamente para evitar a morte ou complicações sérias.
Essa triagem ajuda a otimizar o uso dos recursos médicos e a priorizar o atendimento conforme a gravidade dos casos. O processo é crucial, pois, em situações de grande demanda, a classificação de risco garante que as pessoas mais necessitadas de cuidados urgentes sejam atendidas com a máxima rapidez possível.