Moradores de CG têm se queixado do estado de abandono de alguns pontos de ônibus na cidade, com matagal tomando conta das áreas

Redação 03/04/2025


A situação dos pontos de ônibus tomados por matagal em Campo Grande tem gerado grande preocupação entre os moradores.

O ponto de ônibus localizado na Rua Silvério Faustino, no Bairro Oscar Salazar, em Campo Grande, tem gerado preocupação entre os moradores devido ao matagal que tomou conta da área. A vegetação alta e descontrolada tem causado insegurança, especialmente para os passageiros que dependem do transporte público na região.

Além do desconforto e da dificuldade de acesso ao ponto, o mato tem se tornado um ambiente favorável para o aparecimento de animais peçonhentos, como cobras e escorpiões, aumentando o risco de acidentes. A falta de visibilidade também favorece a ação de criminosos, tornando o local mais propenso a assaltos, o que tem deixado os moradores temerosos.

Os moradores solicitam uma solução urgente por parte das autoridades competentes, para garantir a limpeza do local e proporcionar um ambiente mais seguro e adequado para quem depende do transporte público.

Uma moradora da região, que preferiu não se identificar, relatou o transtorno diário que enfrenta devido à situação do ponto de ônibus na Rua Silvério Faustino, no Bairro Oscar Salazar. Ela mencionou que, além do desconforto de precisar frequentar o local para pegar o transporte público, sua maior preocupação é com a segurança. A moradora teme que ladrões possam se esconder no mato para cometer assaltos e, também, está receosa com a presença de animais peçonhentos, como escorpiões e cobras, que podem representar um risco à saúde.

Essa situação de insegurança tem gerado um ambiente de apreensão para os moradores da área, que dependem do transporte público e temem por sua segurança ao aguardarem o ônibus em um local negligenciado e sem a devida manutenção. A falta de ação das autoridades para resolver esse problema tem sido um ponto de reclamação constante na comunidade.

Uma moradora da região relatou com indignação as dificuldades que enfrenta ao voltar da faculdade à noite. “É horrível a noite quando volto da faculdade, pois é escuro, e o mato é muito alto, e está tendo muito assalto por aqui. Fora que todos os moradores ali em torno do ponto são idosos e crianças. Não dá pra aceitar isso”, desabafou. Ela expressou a preocupação com a segurança, especialmente em uma área onde há muitas pessoas vulneráveis.

A mulher não soube informar se o terreno é de responsabilidade pública ou privada, o que agrava ainda mais a situação, pois fica a dúvida sobre quem deve tomar as providências necessárias. A reportagem procurou a Prefeitura de Campo Grande para esclarecer se a limpeza do terreno é responsabilidade do município ou do proprietário, além de questionar sobre as medidas que serão tomadas para resolver o problema. Até o fechamento da publicação, no entanto, não houve resposta, e o espaço permanece aberto para novos esclarecimentos.

A falta de ação para resolver a situação continua sendo uma preocupação para os moradores, que esperam uma solução urgente para garantir a segurança e o bem-estar de todos.

 

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