Testemunha viu mãe e bebê serem jogados de caminhonete e queimados com óleo diesel em Campo Grande


Redação 27/05/2025

Cena chocante foi registrada na madrugada desta terça-feira (27), no Indubrasil; Polícia Civil investiga o crime brutal.

 

Uma cena de extrema violência chocou moradores do bairro Indubrasil, em Campo Grande, na madrugada desta terça-feira (27). Uma testemunha afirmou ter visto o momento em que uma mulher e um bebê foram jogados de uma caminhonete e, em seguida, incendiados com óleo diesel em uma área de mata na Rua Desembargador Ernesto Borges.

De acordo com o relato, a caminhonete escura deixou o local rapidamente após o crime. Em seguida, um incêndio teve início, e ao se aproximar para verificar, a testemunha se deparou com um corpo em chamas. “No começo achei que fosse macumba, por causa do cheiro forte. Só depois percebemos que eram duas pessoas”, relatou, emocionada.

🔥 Fogo proposital e sinais de violência

Segundo a testemunha, o forte cheiro de osso e cabelo queimando denunciava a gravidade da situação. Os corpos foram carbonizados, e a mulher apresentava o pescoço quebrado, sugerindo que tenha sido morta antes de ser queimada. O bebê, que ainda estava de fralda, também foi vítima da brutalidade.

O óleo diesel, utilizado como acelerante, intensificou as chamas e dificultou a identificação das vítimas.

 Investigação em andamento

O delegado Mateus Crovador, responsável pelo caso, confirmou que os corpos foram desovados no local e que o crime ocorreu em outro ponto da cidade. “Já temos suspeitos e identificamos o modelo do veículo usado para transportar as vítimas”, disse.

Imagens de câmeras de segurança da região registraram a movimentação de uma caminhonete escura nas imediações do crime, o que reforça os depoimentos.

A Polícia Científica e um papiloscopista trabalharam na tentativa de coletar impressões digitais, mas devido ao estado dos corpos, a identificação deverá ser feita por meio de DNA ou arcada dentária.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e mobiliza forças de segurança pela sua extrema gravidade e brutalidade.

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