Tempo seco dá trégua em Mato Grosso do Sul a partir de terça feira (19)

Redação 17/08/2025
Após um domingo (17) de alerta para baixa umidade do ar e altas temperaturas em Mato Grosso do Sul, o clima seco deve perder força a partir de terça-feira (19), segundo o meteorologista Natálio Abraão, da Uniderp Anhanguera.
Um sistema de baixa pressão vindo do Sul do Paraguai deve chegar ao Estado na tarde de segunda-feira (18), trazendo chuvas e trovoadas principalmente para Amambai, Sete Quedas, Ponta Porã, Dourados e Mundo Novo.
Nas regiões Sul, Sudoeste e Centro de MS, as temperaturas permanecem altas, mas chuvas isoladas na terça (19) e quarta-feira (20) prometem alívio temporário. O meteorologista alerta que o tempo seco retorna na quinta-feira (21), acompanhado de calor intenso.
“Esses dias serão de alívio nas temperaturas e na umidade, mas na quinta-feira voltam as situações de calor e tempo seco e quente”, ressalta Abraão.
Cidades mais quentes do Estado
•Campo Grande: máxima de 32°C no domingo, com umidade mínima de 20%;
•Porto Murtinho: até 39°C;
•Sonora: 39°C e umidade de 15% durante a semana;
•Dourados: 37°C e umidade de apenas 10%;
•Aquidauana: 39°C durante toda a semana, com umidade de 15%.
Segundo o Inmet, um mapa de alerta mostra todo Mato Grosso do Sul sob risco de baixa umidade.
Previsão para Campo Grande
•Segunda-feira (18): calor estável e baixa umidade;
•Terça-feira (19): aumento da nebulosidade e ventos mais fortes;
•Quarta-feira (20): pancadas de chuva isoladas e risco de tempestades;
•Quinta-feira (21): muitas nuvens, temperatura em elevação (até 35°C) e umidade mínima de 20%.
No cenário nacional, Campo Grande é a 5ª capital mais quente do país e lidera o ranking de menor umidade relativa do ar, com apenas 17%.
Orientações de saúde no tempo seco
•Beber água com frequência, mesmo sem sede;
•Usar umidificadores ou bacias com água nos ambientes;
•Evitar exercícios intensos nos horários mais quentes;
•Manter a pele hidratada e usar colírios ou soro fisiológico nos olhos e nariz;
•Redobrar cuidados com crianças e idosos, mais vulneráveis à desidratação.
As autoridades também reforçam a proibição de queimadas, que aumentam o risco de incêndios na estiagem.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a umidade relativa do ar se mantenha entre 40% e 70% para condições ideais de saúde.


