Mãe acusa professora da Apae de agredir adolescente com TEA; instituição nega maus-tratos


Redação 02/09/2025

Uma mãe denunciou à direção da Apae, em Campo Grande, que a filha de 14 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), teria sido vítima de agressões verbais e físicas por parte de uma professora no mês de agosto. A instituição, no entanto, nega qualquer ato de maus-tratos.

Segundo a mãe, a adolescente relatou ser constantemente xingada e deixada sozinha na sala de aula para concluir as atividades sem apoio. No dia 22 de agosto, após passar mal, a menina contou ter recebido um tapa da professora por não conseguir segurar um lápis. A denúncia foi feita por mensagens enviadas à Apae, que rebateu as acusações.

A instituição afirma que, dias antes, em 18 de agosto, realizou uma reunião para tratar da rotina escolar da aluna. Ficou definido que o psicólogo da escola acompanharia a adolescente por 15 dias, a fim de planejar melhor as intervenções pedagógicas, antes de uma nova reunião com a equipe.

A professora, segundo a Apae, relatou que a estudante demonstra resistência quando contrariada, o que afeta seu interesse nas atividades. Em nota, a instituição destacou sua atuação de mais de 58 anos em prol de pessoas com deficiência e afirmou não compactuar com as acusações feitas pela mãe.

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