Aposentada de 86 anos que pagava R$ 250 de luz recebe cobrança de R$ 21 mil em Campo Grande

Redação 03/11/2026
Aposentada costumava pagar cerca de R$ 250 por mês; família contesta cobrança mesmo após vistoria realizada pela Energisa
Uma aposentada de 86 anos foi surpreendida com contas de energia elétrica que somam R$ 21 mil, referentes aos meses de setembro e outubro, em Campo Grande. Sara Evangelista Ibraim, moradora do Bairro Guanandi, na região sul da Capital, costumava pagar aproximadamente R$ 250 mensais e agora enfrenta uma cobrança muito acima do consumo habitual da residência.
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Segundo familiares, a idosa mora sozinha e mantém uma rotina de baixo consumo de eletricidade. Na casa, ela utiliza duas geladeiras, chuveiro elétrico, televisão e máquina de lavar roupas, além de evitar deixar aparelhos ligados sem necessidade.
A filha da aposentada afirma que a família guarda as contas de energia dos últimos quatro anos, período em que os valores permaneceram próximos de R$ 250 por mês.
A situação mudou com as cobranças de setembro e outubro, que chegaram a aproximadamente R$ 21 mil. Conforme a família, o montante foi dividido em uma parcela de R$ 10.454 e outras oito de valores menores.

Diante da diferença, a filha procurou a Energisa para solicitar esclarecimentos e questionar o consumo registrado.
Uma equipe da concessionária esteve no imóvel e realizou uma vistoria no medidor de energia elétrica. Segundo a família, os técnicos informaram que o equipamento estava funcionando corretamente e apontava consumo de 4.828 quilowatts-hora (kWh).
Mesmo após a verificação, a cobrança teria sido mantida pela empresa, aumentando a preocupação dos familiares.
A filha reforça que a mãe utiliza poucos equipamentos e não apresenta hábitos que justifiquem uma elevação tão expressiva no consumo de energia.
O caso levanta questionamentos sobre a diferença entre o histórico de consumo da residência e os valores cobrados nos dois meses.
Até o trecho informado, não há esclarecimento sobre o que teria provocado o aumento expressivo nas faturas nem informação sobre uma eventual revisão dos valores pela concessionária.



