UPA Coronel Antonino enfrenta superlotação e longas esperas durante surto de doenças respiratória

Redação 21/05/2025

A UPA Coronel Antonino, em Campo Grande, ficou lotada na tarde desta quarta-feira (21), com pacientes relatando longas esperas e falta de atendimento adequado, especialmente entre idosos e crianças. A situação reflete o impacto direto do aumento de casos de síndromes respiratórias no sistema de saúde da Capital.

Pacientes relataram espera de mais de seis horas e atendimento limitado, com apenas dois médicos atuando durante parte do dia, segundo relatos. Muitos, como a prestadora de serviços Nayara Ferreira, procuraram atendimento com sintomas gripais e encontraram um cenário de aglomeração e cansaço. Outra paciente, que retornou após sofrer um acidente, relatou que sequer recebeu exames no primeiro atendimento.

Em nota, a Sesau afirmou que a UPA estava com escala médica completa e recebeu reforço de equipe móvel nesta quarta-feira. A secretaria explicou que o tempo de espera varia conforme a classificação de risco, adotada na triagem dos pacientes. Casos graves (laranja) devem ser atendidos em até 30 minutos, enquanto situações menos urgentes (verde e azul) podem esperar até quatro horas.

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