Gerson Claro destaca equilíbrio fiscal em orçamento de MS para 2026, aprovado em segunda votação


Redação 06/12/2025

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Gerson Claro, afirmou que o orçamento estadual para 2026 — estimado em R$ 27,19 bilhões e aprovado em segunda votação nesta quarta-feira (3) — reflete o equilíbrio fiscal do Estado e assegura recursos para investimentos estratégicos. A Lei Orçamentária Anual (LOA) segue agora para votação da redação final, após análise das 220 emendas apresentadas pelos deputados.

Para o próximo ano, estão previstos R$ 3,44 bilhões em investimentos, com foco em infraestrutura, educação, saúde, segurança pública e assistência social.

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A proposta foi elaborada com base nas diretrizes da Lei Federal nº 4.320/1964, da Lei de Responsabilidade Fiscal e de portarias da Secretaria do Tesouro Nacional. O governo considerou a arrecadação dos últimos três exercícios, além de variáveis econômicas e legais que impactam diretamente a receita estadual. A projeção de crescimento de 3% para 2026 indica, segundo o presidente, um cenário de expansão moderada.

“Este orçamento demonstra um momento de crescimento sustentável, capaz de equilibrar receitas e despesas sem comprometer a capacidade de investimento, mantendo a menor carga tributária do País”, avaliou Gerson Claro.

Ele destaca que a responsabilidade fiscal tem garantido espaço para obras e projetos de interesse público. “O Estado não pode se limitar a gerenciar apenas o custeio. É fundamental investir em projetos estratégicos que gerem desenvolvimento econômico, empregos e renda. Um orçamento bem planejado permite ampliar serviços, atrair novos investimentos e melhorar a qualidade de vida das famílias sul-mato-grossenses”, completou.

Gerson ainda lembrou que o desempenho econômico de 2023, com crescimento do PIB superior a 13%, resultou da segurança jurídica e estabilidade institucional, fatores que atraíram mais de R$ 100 bilhões em investimentos privados, incluindo aportes de empresas como Arauco e Bracell.

“Quando garantimos transparência e segurança jurídica, atraímos empresas que geram empregos e movimentam a economia local. Esse ciclo de crescimento fortalece todo o Estado”, concluiu.

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