Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta segunda-feira (11) Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-1


Redação 11/05/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta segunda-feira (11), em Brasília, a criação do Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, que será celebrado todos os anos em 12 de março, data que marca o primeiro óbito pela doença registrado no país, em 2020.

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A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. Durante o evento, Lula ressaltou a importância de manter viva a lembrança das perdas provocadas pela crise sanitária e reforçou a necessidade de preservar a memória coletiva como forma de enfrentamento à desinformação.

A primeira-dama Janja da Silva também participou da solenidade e relembrou a morte da mãe, vítima da covid no início da pandemia, destacando os impactos deixados pela doença em milhares de famílias brasileiras.

A nova legislação surgiu de proposta aprovada pelo Congresso Nacional e, segundo o Ministério da Saúde, tem como objetivo fortalecer campanhas de conscientização, valorizar a vacinação e ampliar políticas públicas de preparação para futuras emergências sanitárias.

Como parte das homenagens, foi lançada a instalação “Cada Nome, Uma Vida”, exposição montada no Planalto em tributo às mais de 700 mil vítimas fatais da covid no Brasil. Monumentos de seis capitais também receberam projeções especiais em reconhecimento às vítimas e aos profissionais do SUS.

Em Mato Grosso do Sul, desde o início da pandemia, foram registrados 755.156 casos confirmados e 11.385 mortes. O período mais crítico ocorreu em 2021, quando o Estado contabilizou 246 mil diagnósticos e mais de 7,3 mil óbitos, com hospitais lotados e forte pressão sobre o sistema de saúde.

Neste ano de 2026, conforme boletim da Secretaria Estadual de Saúde, o Estado soma 1.124 casos e sete mortes, sendo que Campo Grande concentra o maior número de registros, com 135 confirmações e três óbitos. Dados recentes também indicam maior incidência entre adultos de 20 a 39 anos, com predominância de casos entre mulheres.

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