Campo Grande recebe jornada nacional que debate os 20 anos da Lei Maria da Penha

Redação 12/08/2026
Mato Grosso do Sul passou a integrar oficialmente o mapa de prioridades do governo federal para a expansão da infraestrutura de transportes até 2050. O Plano Nacional de Logística (PNL 2050), apresentado nesta quarta-feira (12) pelo Ministério dos Transportes, aponta gargalos que afetam diretamente o Estado e prevê a inclusão de importantes corredores rodoviários, ferroviários e hidroviários no planejamento nacional.
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O levantamento mostra que a logística sul-mato-grossense enfrenta dificuldades para transportar produtos como minério de ferro, soja, milho e celulose. O abastecimento de fertilizantes também aparece entre os pontos considerados críticos.
Entre as estruturas estratégicas citadas pelo governo estão as rodovias BR-163 e BR-267, a Hidrovia do Paraguai, os portos de Corumbá e Porto Murtinho, a Malha Oeste, a Nova Ferroeste e o projeto da Ferrovia Bioceânica de Capricórnio. A proposta prevê uma conexão ferroviária que poderá ligar a região de Corumbá ao Porto de Santos e, posteriormente, ao Porto de Antofagasta, no Chile.
O diagnóstico federal aponta que os problemas de transporte em Mato Grosso do Sul atingem diferentes setores da economia. A produção mineral, agrícola e de celulose aparece entre as cadeias que dependem de melhorias na infraestrutura para ampliar o escoamento e reduzir custos.
Além dos gargalos existentes, o PNL 2050 prevê crescimento da produção de milho no Estado para atender ao mercado interno. Também está projetado aumento da produção de açúcar em Mato Grosso do Sul e Goiás com foco nas exportações.
O documento ainda coloca MS ao lado do Paraná entre as regiões que enfrentam dificuldades para receber adubos e fertilizantes. A expectativa é que o planejamento sirva de base para investimentos capazes de ampliar a capacidade dos corredores logísticos e acompanhar o crescimento da produção sul-mato-grossense nas próximas décadas.


